
Título original: Unforgiven
Ano de lançamento (E.U.A): 1992
Direção: Clint Eastwood
Clint Eastwood começou sua carreia como ator em 1955 e desde então fez sucesso no mundo inteiro como o homem durão, frio e calculista seja de filmes clássicos de faroeste como nas memoráveis parcerias com Sergio Leone, seja como o policial cabeça dura Dirty Harry, entre vários e vários outros personagens. Sua carreira de ator era brilhante, pois Clint era um ícone das masculinidade na época. Mas sem dúvidas melhor ainda seria sua carreira de diretor, o qual em quase todos suas obras também atuava. Na enorme filmografia deste grandíssimo diretor consta uma película, onde absolvido o aprendizado dos diretores os quais trabalhava (principalmente Leone), Clint fez na minha particular opinião o melhor faroeste de todos os tempos; Os Imperdoáveis. Talvez eu prefira este à aquele por ser mais precisamente um drama de faroeste, dispensando quase todos os clichês do gênero.
Bill Munny (Clint Eastwood) é um ex-pistoleiro assassino que abandonou a vida do crime e vive na miséria com seus dois filhos, frutos da união com sua mulher já morta de quem ele tanto amava. Eis que surge um jovem pistoleiro que oferece a Bill a oportunidade de partir numa caçada para matar dois rapazes que haviam maltratado uma prostituta, e que pagaria 1000 dólares a ele. Decidido de não o fazer Bill mais tardiamente reflete sobre a proposta e convida seu ex-parceiro do crime Ned Logan (Morgan Freeman) para acompanhá-lo e juntos com o jovem pistoleiro buscarem os dois rapazes para assassiná-los. As prostitutas por sua vez espalhavam a oferta de vingança para todos os pistoleiros com quem transavam e a notícia correu por todo o Texas, fazendo com que criminosos como Bob English (Richard Harris) venham à pequena cidade.
Mas o lendário xerife da cidade Little Bill Dagget (Gene Hackman) descobre do ocorrido e assim que Bob chega à cidade, espanca severamente e o prende na frente de todos, para que assim saibam que bandido algum passará impune por lá. Diferente dos famosos personagens de Clint vemos em Bill um homem nervoso e amedontrado do seu passado, claramente abalado e debilitado emocionamente, onde concluimos que no seu estado ele jamais consegueria matar os homens. E a transformação do personagem, praticamente da noite para o dia é fantástica e sublime, resultado de um brilhante roteiro, uma direção inovadora e criativa, além da própria atuação do Clint. A direção de Clint é ainda mais brilhante por dispensar os repetidos clichês do gênero e tomar um estilo de filmagem e continuidade totalmente diferente.
Clint faz não um faroeste propriamente dito, mas sim um drama de faroeste. A história e seus personagens não se baseiam em bandido e mocinho (herói), ele faz detalhadamente um estudo psicológico de cada um dos personagens principais, levando a película a outras dimensões. Todas as atuações são sensacionais, destacando-se Gene Hackman como o simples xerife Little Bill que não aspira medo e tormento em momento algum. Quanto às categorias técnicas são todas perfeitas e de grande encaixe na obra, principalmente a linda e espetacular trilha sonora, além da fotografia que ora frisa o rosto do personagens demonstrando seu interior, ou os ambientes e pasagens de maneira grandiosa. Enfim, uma obra-prima magistral, um dos melhores filmes que tive a oportunidade de assistir.
Little Bill: ´´Você é William Munny, do Missouri, matador de mulheres e crianças.``
Bill Munny: ´´Isso mesmo. Já matei mulheres e crianças. Já matei quase tudo que anda e rasteja na Terra. E estou aqui para matar você Little Bill.``
Cotação: 10
Ano de lançamento (E.U.A): 1992
Direção: Clint Eastwood
Clint Eastwood começou sua carreia como ator em 1955 e desde então fez sucesso no mundo inteiro como o homem durão, frio e calculista seja de filmes clássicos de faroeste como nas memoráveis parcerias com Sergio Leone, seja como o policial cabeça dura Dirty Harry, entre vários e vários outros personagens. Sua carreira de ator era brilhante, pois Clint era um ícone das masculinidade na época. Mas sem dúvidas melhor ainda seria sua carreira de diretor, o qual em quase todos suas obras também atuava. Na enorme filmografia deste grandíssimo diretor consta uma película, onde absolvido o aprendizado dos diretores os quais trabalhava (principalmente Leone), Clint fez na minha particular opinião o melhor faroeste de todos os tempos; Os Imperdoáveis. Talvez eu prefira este à aquele por ser mais precisamente um drama de faroeste, dispensando quase todos os clichês do gênero.
Bill Munny (Clint Eastwood) é um ex-pistoleiro assassino que abandonou a vida do crime e vive na miséria com seus dois filhos, frutos da união com sua mulher já morta de quem ele tanto amava. Eis que surge um jovem pistoleiro que oferece a Bill a oportunidade de partir numa caçada para matar dois rapazes que haviam maltratado uma prostituta, e que pagaria 1000 dólares a ele. Decidido de não o fazer Bill mais tardiamente reflete sobre a proposta e convida seu ex-parceiro do crime Ned Logan (Morgan Freeman) para acompanhá-lo e juntos com o jovem pistoleiro buscarem os dois rapazes para assassiná-los. As prostitutas por sua vez espalhavam a oferta de vingança para todos os pistoleiros com quem transavam e a notícia correu por todo o Texas, fazendo com que criminosos como Bob English (Richard Harris) venham à pequena cidade.
Mas o lendário xerife da cidade Little Bill Dagget (Gene Hackman) descobre do ocorrido e assim que Bob chega à cidade, espanca severamente e o prende na frente de todos, para que assim saibam que bandido algum passará impune por lá. Diferente dos famosos personagens de Clint vemos em Bill um homem nervoso e amedontrado do seu passado, claramente abalado e debilitado emocionamente, onde concluimos que no seu estado ele jamais consegueria matar os homens. E a transformação do personagem, praticamente da noite para o dia é fantástica e sublime, resultado de um brilhante roteiro, uma direção inovadora e criativa, além da própria atuação do Clint. A direção de Clint é ainda mais brilhante por dispensar os repetidos clichês do gênero e tomar um estilo de filmagem e continuidade totalmente diferente.
Clint faz não um faroeste propriamente dito, mas sim um drama de faroeste. A história e seus personagens não se baseiam em bandido e mocinho (herói), ele faz detalhadamente um estudo psicológico de cada um dos personagens principais, levando a película a outras dimensões. Todas as atuações são sensacionais, destacando-se Gene Hackman como o simples xerife Little Bill que não aspira medo e tormento em momento algum. Quanto às categorias técnicas são todas perfeitas e de grande encaixe na obra, principalmente a linda e espetacular trilha sonora, além da fotografia que ora frisa o rosto do personagens demonstrando seu interior, ou os ambientes e pasagens de maneira grandiosa. Enfim, uma obra-prima magistral, um dos melhores filmes que tive a oportunidade de assistir.
Little Bill: ´´Você é William Munny, do Missouri, matador de mulheres e crianças.``
Bill Munny: ´´Isso mesmo. Já matei mulheres e crianças. Já matei quase tudo que anda e rasteja na Terra. E estou aqui para matar você Little Bill.``
Cotação: 10
